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Lawtechs e legaltechs fortalecem uso de tecnologia em escritórios e tribunais.


Nos últimos anos, os operadores jurídicos de todo o Brasil vêm assistindo o fortalecimento de startups que desenvolvem soluções tecnológicas para atender demandas desse setor. Os produtos e serviços dessas empresas, mais conhecidas como legaltechs e lawtechs, são cada vez mais comuns no cotidiano de tribunais e escritórios de advocacia.


Uma prova concreta do crescimento desse nicho de mercado é o surgimento, em 2017, da Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L).


À época, a associação contava apenas com 20 startups e hoje, cinco anos depois de sua fundação, a entidade cresceu 3.000% no número de associadas.


De acordo com Daniel Marques, diretor-executivo da AB2L,“o boom das lawtechs e legaltechs se deve ao fato de que o Brasil tem todos os tipos de problemas e desafios jurídicos. Se existe um lugar no mundo para surgir um ‘unicórnio’ jurídico, é o Brasil”.


Ainda segundo Marques, outro elemento que compõe essa equação, que possui como denominador comum o crescimento de startups voltadas a desenvolver soluções inteligentes para o universo jurídico, foi a pandemia. Para o diretor-executivo da AB2L, “se não fosse pelas lawtechs e legaltechs, a justiça no Brasil teria parado”.


Benefícios


Segundo José Higídio, repórter da revista Consultor Jurídico, as tecnologias são uma ferramenta imprescindível para o advogado do futuro, porque elas possibilitam a substituição de boa parte do trabalho manual e, por conseguinte, proporcionam um atendimento mais rápido e eficaz.


Para Daniel Marques, as empresas de tecnologia jurídica oferecem ao operador do direito a oportunidade de focar seu trabalho naquilo para o que foi formado. “Ao otimizar o tempo que era gasto com tarefas burocráticas e automáticas, essas startups ‘permitem resgatar o cliente como centro do processo jurídico’”.


Desafios


De acordo com estudiosos sobre o tema, ainda existe uma resistência de parte do segmento advocatício ao uso dessas tecnologias nos tribunais, mais especificamente no que se refere aos investimentos cada vez maiores em inteligências artificiais. Para José Higídio, porém, esse ramo das lawtechs e legaltechs ainda está em estágio experimental no Brasil.


Já Marques assinala outro obstáculo. Para ele, muitos tribunais têm ferramentas tecnológicas próprias, mas a maioria dos sistemas desenvolvidos é complexa e não oferece uma boa experiência ao usuário.


e-Xyon: otimizando as tarefas de seu escritório


Como vimos anteriormente, o mercado de soluções tecnológicas voltadas para o universo jurídico é cada dia maior.


Esse fato não é uma tendência para o futuro, mas uma realidade no presente. A fim de otimizar as tarefas de seu escritório é que nós da e-Xyon desenvolvemos soluções pensando na sua rotina, como o nosso software jurídico.


Se você se interessou sobre o crescimento das legaltechs e lawtechs no Brasil, então precisa ler os nossos outros artigos.

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